🗳️ Eleições 2026: acompanhe a apuração em tempo real Acompanhar →
Result
Antonio Carlos Kakay Antonio Carlos Kakay Antonio Carlos Kakay Chef Ângelo Omar Chef Ângelo Omar Chef Ângelo Omar Cidinha Marcon Cidinha Marcon Cidinha Marcon Julia Maraschi Julia Maraschi Julia Maraschi Marcos Formighieri Marcos Formighieri Marcos Formighieri Oswaldo Eustáquio Oswaldo Eustáquio Oswaldo Eustáquio Roberto Veloso Roberto Veloso Roberto Veloso Sergio Ricardo Sergio Ricardo Sergio Ricardo

Vereador de Campina da Lagoa é afastado por suspeita de assédio e importunação sexual

Além do afastamento, a Justiça determinou medidas cautelares, como a proibição de contato com a vítima, familiares e testemunhas

Gazeta do Paraná · · 2 min de leitura
Ministério Público
Ministério Público — Crédito: MPPR

O Ministério Público do Paraná (MPPR) obteve na Justiça o afastamento cautelar de um vereador de Campina da Lagoa, no Centro Ocidental do estado, denunciado por assédio sexual e importunação sexual contra uma servidora municipal. A decisão determina o afastamento das funções públicas por 120 dias, período que pode ser prorrogado.

De acordo com a denúncia, apresentada pela Promotoria de Justiça do município e já recebida integralmente pelo Judiciário, os crimes teriam ocorrido entre outubro de 2024 e julho de 2025. A vítima, que tinha 21 anos à época, relatou que o parlamentar comparecia com frequência ao seu local de trabalho sem justificativa, utilizando sua posição de autoridade para constrangê-la com comentários de cunho sexual.

Ainda conforme a acusação, o vereador também teria adotado comportamentos físicos indesejados, aproximando-se da vítima e tocando-a, o que causava constrangimento e medo. A situação teria sido percebida por colegas de trabalho, que passaram a acompanhá-la para evitar que ela ficasse sozinha com o investigado.

Em um dos episódios descritos, o denunciado teria abordado a vítima em uma sala reservada, segurando-a e fazendo comentários de natureza sexual. O MPPR sustenta que as condutas foram reiteradas ao longo do período investigado.

Além do afastamento, a Justiça determinou medidas cautelares, como a proibição de contato com a vítima, familiares e testemunhas, por qualquer meio, e a obrigação de manter distância mínima de 300 metros.

O Ministério Público requer a condenação do réu, com penas previstas de um a dois anos de detenção por assédio sexual e de um a cinco anos de reclusão por importunação sexual, com possível aumento por continuidade delitiva. Também foi solicitado o pagamento de indenização por danos morais de, no mínimo, R$ 50 mil.

O processo tramita em sigilo.

Compartilhar: f X W T

Comentários (0)

  • Seja o primeiro a comentar.