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Escola lamenta morte de Rodrigo Castanheira após agressão em Vicente Pires

Jovem de 16 anos teve morte cerebral confirmada após 16 dias internado; piloto investigado pelo caso segue preso no Distrito Federal

Gabriel Porta · · 2 min de leitura
rodrigo
rodrigo — Crédito: Reprodução Redes Sociais

A escola onde estudava Rodrigo Castanheira, de 16 anos, lamentou publicamente a morte do estudante, confirmada neste sábado (7) após diagnóstico de morte cerebral. A instituição divulgou uma nota nas redes sociais manifestando pesar e solidariedade à família, amigos e colegas.

Na mensagem, a escola afirmou que recebeu a notícia com profunda tristeza e destacou que o adolescente deixa lembranças e vínculos que permanecerão entre aqueles que conviveram com ele. A comunidade escolar também pediu orações e afirmou que seguirá unida neste momento de luto.

Rodrigo morreu após permanecer 16 dias internado em estado gravíssimo em um hospital particular de Águas Claras, no Distrito Federal. A confirmação foi feita pelo advogado da família, Albert Halex.

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O jovem estava em coma induzido desde a madrugada de 23 de janeiro, quando foi agredido durante uma briga na entrada de um condomínio em Vicente Pires. Segundo as investigações, ele foi atingido com socos e, durante a agressão, bateu a cabeça na porta de um carro. O impacto causou traumatismo craniano e levou a uma parada cardiorrespiratória que durou cerca de 12 minutos.

O delegado Pablo Aguiar, responsável pelo caso, também se manifestou publicamente. Ele afirmou que a investigação busca esclarecer os fatos e garantir justiça. Segundo o delegado, cada detalhe apurado representa o compromisso de respeitar a memória do adolescente e dar respostas à família.

O principal suspeito é o piloto e empresário Pedro Arthur Turra Basso, de 19 anos. Ele está preso preventivamente desde o dia 2 de fevereiro no Centro de Detenção Provisória do Complexo Penitenciário da Papuda, no Distrito Federal. A prisão foi mantida após o Superior Tribunal de Justiça negar um pedido de habeas corpus apresentado pela defesa.

Por questões de segurança, o suspeito permanece em cela individual. A decisão foi tomada após relatos de ameaças e será mantida até nova determinação judicial.

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