🗳️ Eleições 2026: acompanhe a apuração em tempo real Acompanhar →
Result
Antonio Carlos Kakay Antonio Carlos Kakay Antonio Carlos Kakay Chef Ângelo Omar Chef Ângelo Omar Chef Ângelo Omar Cidinha Marcon Cidinha Marcon Cidinha Marcon Julia Maraschi Julia Maraschi Julia Maraschi Marcos Formighieri Marcos Formighieri Marcos Formighieri Oswaldo Eustáquio Oswaldo Eustáquio Oswaldo Eustáquio Roberto Veloso Roberto Veloso Roberto Veloso Sergio Ricardo Sergio Ricardo Sergio Ricardo
Público › Saúde

Casos de SRAG caem no país, mas influenza A preocupa no Norte

Acre, Amazonas e Roraima registram aumento de internações por gripe, aponta Fiocruz

Gabriel Porta · · 2 min de leitura
vacina
vacina — Crédito: Tomaz Silva/Agência Brasil

O boletim InfoGripe, divulgado nesta quinta-feira (29) pela Fundação Oswaldo Cruz, indica redução dos casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) na maior parte do Brasil. O principal ponto de atenção segue sendo o avanço da influenza A, responsável por elevar os registros da síndrome em estados da região Norte.

Acre, Amazonas e Roraima apresentam incidência de SRAG em patamar de risco ou alto risco nas últimas semanas. Segundo a pesquisadora Tatiana Portella, o crescimento acelerado dos casos no Amazonas e no Acre continua diretamente associado ao vírus da gripe.

De acordo com a especialista, diante do aumento da circulação da influenza A, é fundamental que os grupos prioritários da região Norte procurem a vacinação. Entre eles estão indígenas, idosos e pessoas com comorbidades. Ela reforça que a vacina é segura e segue sendo a principal forma de prevenção contra quadros graves e mortes causadas pelo vírus.

Distribuição dos vírus

Nas quatro últimas semanas epidemiológicas, a prevalência entre os casos positivos de SRAG foi a seguinte: 20,1% de influenza A; 2,3% de influenza B; 10,7% de vírus sincicial respiratório; 32,6% de rinovírus; e 20,4% de Sars-CoV-2, causador da Covid-19.

No mesmo período, entre os óbitos associados à SRAG, a presença dos vírus entre os casos positivos foi de 28,3% para influenza A; 3,5% para influenza B; 1,8% para vírus sincicial respiratório; 15,9% para rinovírus; e 41,6% para Sars-CoV-2.

Compartilhar: f X W T

Comentários (0)

  • Seja o primeiro a comentar.