🗳️ Eleições 2026: acompanhe a apuração em tempo real Acompanhar →
Corbélia
Antonio Carlos Kakay Antonio Carlos Kakay Antonio Carlos Kakay Chef Ângelo Omar Chef Ângelo Omar Chef Ângelo Omar Cidinha Marcon Cidinha Marcon Cidinha Marcon Julia Maraschi Julia Maraschi Julia Maraschi Marcos Formighieri Marcos Formighieri Marcos Formighieri Oswaldo Eustáquio Oswaldo Eustáquio Oswaldo Eustáquio Roberto Veloso Roberto Veloso Roberto Veloso Sergio Ricardo Sergio Ricardo Sergio Ricardo

Gasolina com 32% de etanol deve ficar R$ 0,03 mais barata a partir de agosto

Mudança passa a valer em 1º de agosto e, segundo o governo, reduzirá a dependência de gasolina importada sem comprometer o desempenho dos veículos

Gazeta do Paraná · · 2 min de leitura
Preço médio da gasolina caiu 0,46%
Preço médio da gasolina caiu 0,46% — Crédito: Marcello Casal Jr/Agência Brasil

A partir de 1º de agosto, a gasolina vendida no Brasil passará a conter 32% de etanol anidro, em vez dos atuais 30%. Segundo o ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, a mudança deve reduzir em cerca de R$ 0,03 o preço do litro do combustível e diminuir a dependência do país da importação de gasolina.

A medida foi aprovada pelo Conselho Nacional de Política Energética (CNPE) e terá validade inicial de 180 dias, com possibilidade de prorrogação por mais seis meses. Apesar do caráter temporário, o governo avalia tornar o novo percentual permanente, caso os resultados confirmem a segurança e a viabilidade econômica da mistura.

De acordo com Silveira, estudos realizados pelo Instituto Mauá de Tecnologia demonstraram que a gasolina com 32% de etanol não compromete o desempenho de veículos leves e motocicletas, incluindo modelos que não possuem motores flex. O ministro classificou a adoção temporária como um "excesso de zelo", afirmando que o governo está seguro quanto à utilização do novo teor.

Além da expectativa de uma leve redução no preço ao consumidor, a medida busca fortalecer a produção nacional de biocombustíveis e reduzir a necessidade de importação de derivados de petróleo, ampliando a participação do etanol na matriz energética brasileira.

A Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) continuará coordenando estudos para avaliar misturas com concentrações ainda maiores de etanol, como o E35, com 35% de álcool. Segundo o ministro, qualquer avanço dependerá não apenas da comprovação técnica, mas também da viabilidade econômica. Caso o cenário de mercado seja favorável, o percentual poderá ser ampliado; se houver impacto negativo, a mistura poderá ser revista.

Compartilhar: f X W T

Comentários (0)

  • Seja o primeiro a comentar.