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Gaeco de Paranaguá cumpre 24 mandados de prisão e 26 de busca e apreensão em operação contra o tráfico no litoral

A operação é realizada no primeiro dia do MP em Movimento em Paranaguá, iniciativa do MPPR que leva o gabinete do procurador-geral de Justiça para mais perto das demandas das várias regiões do estado.

Eliane Alexandrino · · 2 min de leitura
Operação Gaego no Litoral do Paraná
Operação Gaego no Litoral do Paraná — Crédito: Assessoria

O Ministério Público do Paraná, por meio do Núcleo de Paranaguá do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), com apoio das polícias Civil e Militar e da Força Nacional, cumpriu nesta quarta-feira, 30 de julho, 24 mandados de prisão preventiva e 26 mandados de busca e apreensão domiciliar em investigação sobre organização criminosa com atuação no tráfico de drogas no litoral do estado.

A operação é realizada no primeiro dia do MP em Movimento em Paranaguá, iniciativa do MPPR que leva o gabinete do procurador-geral de Justiça para mais perto das demandas das várias regiões do estado. No litoral, o projeto será desenvolvido nesta quarta e quinta-feira, 30 e 31 de julho, com uma série de compromissos e ações agendados.

Investigação – As ordens judiciais, expedidas pelo Juízo da 2ª Vara Criminal de Paranaguá, foram cumpridas nos municípios de Paranaguá, Pontal do Paraná e Foz do Iguaçu.

O cumprimento dos mandados integra a etapa final de investigação iniciada em maio de 2024, a partir da qual foi apurada a existência de uma organização criminosa complexa, estruturada e armada voltada ao tráfico de drogas na região do litoral paranaense. Durante as apurações, verificou-se que o comércio varejista de drogas em Paranaguá seria controlado, em grande parte do território, por uma mulher investigada e presa anteriormente no âmbito da Operação Nêmesis. Ela contaria com uma rede de fornecedores na Região Metropolitana de Curitiba e no estado de Santa Catarina – estes também anteriormente presos na “Operação Supply” – e de aliados locais para a distribuição e venda de drogas. Os fatos foram objeto de apurações conduzidas a partir das operações Espelho Quebrado e Teia. Entre os investigados, estão um policial militar, já afastado das funções, e uma advogada.

Também por determinação do Juízo, foi realizado o bloqueio e sequestro de valores nas contas dos investigados.

Texto e foto: Assessoria MPPR

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