🗳️ Eleições 2026: acompanhe a apuração em tempo real Acompanhar →
Corbélia
Antonio Carlos Kakay Antonio Carlos Kakay Antonio Carlos Kakay Chef Ângelo Omar Chef Ângelo Omar Chef Ângelo Omar Cidinha Marcon Cidinha Marcon Cidinha Marcon Julia Maraschi Julia Maraschi Julia Maraschi Marcos Formighieri Marcos Formighieri Marcos Formighieri Oswaldo Eustáquio Oswaldo Eustáquio Oswaldo Eustáquio Roberto Veloso Roberto Veloso Roberto Veloso Sergio Ricardo Sergio Ricardo Sergio Ricardo

ANP prorroga flexibilização e postos seguem sem estoque mínimo até junho

Medida busca garantir abastecimento e reduzir pressão sobre preços dos combustíveis

Gazeta do Paraná · · 2 min de leitura
cpi  dos combustiveis
cpi dos combustiveis — Crédito: Freepik

A Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) prorrogou por mais dois meses a flexibilização que desobriga produtores e distribuidores de manter estoques mínimos de gasolina e diesel. A medida, que venceria em 30 de abril, agora permanece em vigor até 30 de junho em todo o país.

A decisão faz parte de um conjunto de ações adotadas para garantir o abastecimento e conter a alta dos preços dos combustíveis, em um cenário de instabilidade no mercado internacional de petróleo. Com a flexibilização, as empresas podem direcionar maior volume de produtos diretamente ao consumo, sem a necessidade de manter reservas obrigatórias.

Segundo a ANP, o objetivo é “aproximar os estoques da ponta de consumo e ampliar a fluidez de suprimento ao mercado”, favorecendo a circulação de combustíveis e reduzindo pressões sobre os preços.

A regra original, prevista na Resolução nº 949/2023, exige que produtores e distribuidores mantenham estoques semanais de gasolina A e diesel A — combustíveis ainda sem mistura de etanol ou biodiesel. Com a flexibilização, essa exigência fica temporariamente suspensa.

A medida foi adotada em meio à escalada do preço do petróleo no mercado global, impactado por tensões geopolíticas e restrições logísticas. A alta do barril e a redução da oferta internacional pressionam os preços também no Brasil, que depende de importações para atender parte da demanda, especialmente de diesel.

Além da flexibilização dos estoques, o governo federal tem adotado outras iniciativas, como subsídios e ajustes tributários, para tentar conter os impactos no bolso do consumidor e evitar riscos de desabastecimento.

Compartilhar: f X W T

Comentários (0)

  • Seja o primeiro a comentar.