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Conselho de Ética da Alep aprova suspensão de Renato Freitas por 30 dias

Deputado é acusado de liderar ocupação durante votação da terceirização das escolas; defesa vai recorrer

Redação · · 2 min de leitura
Conselho de Ética
Conselho de Ética — Crédito: Valdir Amaral/Alep

O Conselho de Ética da Assembleia Legislativa do Paraná (Alep) aprovou nesta terça-feira (1º) o parecer da deputada Márcia Huçulak (PSD), que recomenda a suspensão, por 30 dias, do deputado estadual Renato Freitas (PT). A decisão ainda precisa ser referendada pelo plenário da Casa. Caso seja confirmada, Freitas ficará impedido de discursar, relatar projetos ou participar de comissões durante o período.

O relatório de Huçulak foi aprovado pelos deputados Thiago Bührer (União Brasil), Artagão Júnior (PSD) e Marcio Pacheco (PSD). O deputado Dr. Antenor (PT) votou contra. O presidente do conselho, deputado Jacovós (PP), e Tito Barichello (União Brasil), autor de uma das representações contra Freitas, não participaram da votação.

A defesa de Renato Freitas terá cinco dias para apresentar recurso à Comissão de Constituição e Justiça (CCJ). Caso o parecer seja mantido, o caso será submetido ao plenário.

Freitas foi acusado de “comandar” professores e professoras que ocuparam as galerias da Alep em junho do ano passado, durante a votação do projeto de lei que instituiu o programa de terceirização das escolas estaduais. As representações contra o deputado foram protocoladas pelos parlamentares Tito Barichello (União Brasil) e Ricardo Arruda (PSD).

O advogado de Renato Freitas, Edson Vieira Abdala, afirmou que irá recorrer. Segundo ele, há dúvidas sobre os prazos previstos no regimento interno da Assembleia, e o caso estaria prescrito.

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