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Funcionário de empresa de vigilância foi morto por colega, diz polícia

Crime inicialmente foi tratado como roubo e pessoas feitas reféns

Redação · · 2 min de leitura
Tiroteio
Tiroteio — Crédito: Reprodução/CGN

Um tiroteio na noite de ontem (24) em uma empresa localizada no Bairro Universitário, em Cascavel, terminou com a morte de um funcionário. Inicialmente registrado como um roubo com refém, o caso teve uma reviravolta após a intervenção da Polícia Militar.

Em entrevista coletiva já na madrugada desta sexta-feira (25), o comandante do 6° Batalhão de Polícia Militar (BPM), tenente-Coronel Cicero Tenório, e o delegado da Delegacia de Homicídios da Polícia Civil, Fabiano Moza, detalharam a ocorrência, conforme informações do Portal CGN.

Segundo o Tenente-Coronel Cícero Tenório, a Polícia Militar foi acionada via 190 com a informação de um possível roubo em andamento na empresa. Viaturas foram enviadas imediatamente ao local.

“Ao chegarmos, havia um veículo em frente ao local e uma pessoa já estava alvejada no chão, identificada como funcionário da empresa. As portas estavam fechadas e houve negociação. Durante a chegada das equipes, disparos foram efetuados de dentro da empresa em direção aos policiais, que revidaram. Após o confronto, dois homens se entregaram”, relatou o comandante da PM.

No entanto, as investigações preliminares apontaram para uma situação diferente de um roubo. “Apurou-se que os tiros que vitimaram o funcionário partiram dos próprios colegas. Não se tratou de um roubo. Os funcionários atiraram e mataram o terceiro funcionário que chegou. O motivo ainda será apurado”, esclareceu o oficial da Polícia Militar.

O delegado da Polícia Civil, Fabiano Moza, informou que os dois homens detidos serão interrogados. “Os funcionários chegaram por volta das 19h. O terceiro funcionário foi até a empresa para verificar a situação e foi alvejado. A vítima estava sem documentos, mas seria um dos sócios da empresa. Um dos detidos trabalhava há algum tempo, e o outro estava em seu primeiro dia”, detalhou o delegado.

As investigações prosseguem pela Delegacia de Homicídios para esclarecer a motivação dos disparos e a dinâmica completa dos eventos que levaram à morte do funcionário.

Com informações da CGN

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