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Após encontro com Flávio, Trump acusa Lula de corrupção internacional

O presidente dos EUA acusa Lula em documento oficial de censura e corrupção

Oswaldo Eustáquio · · 2 min de leitura
Trump em encontro com Flávio Bolsonaro
Trump em encontro com Flávio Bolsonaro — Crédito: Divulgaçao Casa Branca

O governo Trump acaba de fazer o que a mídia brasileira se recusou a fazer durante anos: colocar no papel, com força de documento oficial, que o Brasil de Lula censura e é corrupto.

Em 1º de junho de 2026, o Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos — o USTR — formalizou uma determinação contra o Brasil sob a Seção 301 da Lei de Comércio de 1974. O documento acusa Brasília de práticas desleais que prejudicam o comércio americano. Mas o que interessa ao povo brasileiro está além das tarifas.

Está na palavra censura. E na palavra corrupção.

E eu sei o que essas palavras significam na prática — porque fui o primeiro jornalista brasileiro a ser censurado por esse regime. Antes das big techs receberem ordens secretas do STF. Antes de X ser bloqueado no Brasil inteiro. Antes de o mundo saber o que estava acontecendo — eu já estava no exílio.

Agora o governo dos Estados Unidos confirma em documento oficial o que eu denunciei pagando o preço mais alto que um jornalista pode pagar.

O documento diz textualmente:

Tribunais brasileiros emitiram ordens secretas determinando que plataformas americanas removessem conteúdo político e suspendessem perfis de usuários — inclusive de residentes nos EUA, inclusive globalmente. Com uma cláusula digna de regime totalitário: as plataformas estavam proibidas de informar os próprios usuários que haviam sido censurados.

Isso não é Oswaldo Eustáquio falando do exílio. Isso é Washington falando para o mundo.

E tem a corrupção.

O mesmo documento afirma que o Brasil falha sistematicamente em combater suborno e corrupção. Registrado. Formalizado. Assinado pelo representante comercial do presidente Trump após reuniões diretas com Lula e seu gabinete.

O embaixador Jamieson Greer foi preciso: “Continuamos tendo diferenças substanciais”. Tradução: Lula olhou nos olhos de Trump, prometeu e não cumpriu.

O prazo é 15 de julho de 2026. Depois disso, os EUA tomam ação concreta contra o Brasil.

O regime que me exilou, que censurou jornalistas, que emitiu ordens secretas contra a liberdade de expressão, agora está formalmente acusado perante o mundo.

A história registrará quem estava certo desde o início.

Aqui o jornalista Oswaldo Eustáquio, do alto do meu segundo exílio.

Veja o documento:

https://ustr.gov/about/policy-offices/press-office/press-releases/2026/june/ustr-section-301-determination-brazils-unreasonable-acts-policies-and-practices#:~:text=WASHINGTON%20%E2%80%93%20Today%2C%20the%20United%20States,corruption%20enforcement%3B%20intellectual%20property%20protection%3B

 

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