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Coluna social - 9 de janeiro de 2026

By Cidinha Marcon

Redação · · 1 min de leitura
Cidinha Marcon
Cidinha Marcon — Crédito: Gazeta do Paraná
  • Perigo real e imediato
    As guerrilhas colombianas que atuam na fronteira com a Venezuela
    afirmaram estar prontas para enfrentar “os planos imperialistas” dos
    Estados Unidos, após a captura de Maduro. A guerrilha do Exército de
    Libertação Nacional (ELN) declarou que se une a “todos os patriotas,
    democratas e revolucionários” para “enfrentar os planos imperialistas
    contra a Venezuela e os povos do Sul”. Já os dissidentes das “FARCs”,
    que assinaram um acordo de paz e se desmobilizaram em 2016, advertiram
    que dariam “até a última gota de sangue lutando contra o império”
    americano “se necessário, porque cedo ou tarde, o império ianque
    cairá”. Segundo especialistas, essas guerrilhas envolvidas no tráfico
    de cocaína circulam em território venezuelano com a conivência do
    Exército do país. O presidente colombiano, Gustavo Petro, mobilizou 30
    mil soldados para reforçar os pontos de passagem na fronteira com a
    Venezuela e colocou o país em alerta diante da possibilidade de
    atentados por parte desses grupos armados ilegais.

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