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Miguel Díaz-Canel diz que Cuba “não quer guerra”, mas afirma estar preparada

Declaração ocorre em meio à escalada de tensões com os Estados Unidos e reforço do discurso de soberania do governo cubano

Gazeta do Paraná · · 2 min de leitura
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. — Crédito: Reprodução

O presidente de Cuba, Miguel Díaz-Canel, afirmou que o país não busca um conflito armado, mas está preparado para responder a qualquer cenário adverso. A declaração foi feita em meio ao aumento das tensões com os Estados Unidos e ao endurecimento do discurso político na região.

“Não queremos guerra, mas estamos preparados”, disse Díaz-Canel, ao abordar a conjuntura internacional e a relação com Washington. A fala reforça a posição histórica do governo cubano de defesa da soberania nacional diante de pressões externas.

O posicionamento ocorre em um contexto marcado por dificuldades econômicas internas e pela continuidade do embargo imposto pelos Estados Unidos. O governo cubano tem reiterado que as restrições impactam diretamente o abastecimento, a economia e as condições de vida da população.

Nos últimos anos, a relação entre os dois países tem alternado momentos de distensão e recrudescimento. Atualmente, o cenário é de maior rigidez, com críticas mútuas e poucas sinalizações de reaproximação diplomática.

A declaração de Díaz-Canel também dialoga com o ambiente geopolítico mais amplo, em que conflitos e disputas internacionais têm elevado o tom de declarações de líderes mundiais. Ao afirmar que Cuba está preparada, o presidente sinaliza uma postura de alerta, ainda que ressalte a intenção de evitar um confronto direto.

O governo cubano não detalhou quais medidas concretas estariam sendo adotadas no campo da defesa, mas reforçou que a prioridade segue sendo a preservação da estabilidade interna e da soberania nacional.

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