🗳️ Eleições 2026: acompanhe a apuração em tempo real Acompanhar →
Corbélia
Antonio Carlos Kakay Antonio Carlos Kakay Antonio Carlos Kakay Chef Ângelo Omar Chef Ângelo Omar Chef Ângelo Omar Cidinha Marcon Cidinha Marcon Cidinha Marcon Julia Maraschi Julia Maraschi Julia Maraschi Marcos Formighieri Marcos Formighieri Marcos Formighieri Oswaldo Eustáquio Oswaldo Eustáquio Oswaldo Eustáquio Roberto Veloso Roberto Veloso Roberto Veloso Sergio Ricardo Sergio Ricardo Sergio Ricardo

Dólar sobe para R$ 5,40 em dia de correção no mercado

Bolsa cai 0,89% após queda nas vendas do varejo

Redação · · 2 min de leitura
Dólar
Dólar — Crédito: Valter Campanato/Agência Brasil

Num dia de correção no mercado financeiro, o dólar voltou ao nível de R$ 5,40 após atingir o menor valor em 14 meses na véspera. A bolsa de valores recuou quase 1%, motivada pela realização de lucros e pela queda nas vendas do varejo.

O dólar comercial encerrou esta quarta-feira (13) vendido a R$ 5,40, com alta de R$ 0,015 (+0,27%). A cotação operou estável durante a manhã, mas subiu a tarde, chegando a R$ 5,41 na máxima do dia, por volta das 13h.

Apesar da alta desta quarta, a divisa cai 3,55% em agosto. Em 2025, a moeda estadunidense acumula queda de 12,6%.

Após atingir o maior nível em mais um mês na terça-feira, o mercado de ações teve um dia de ajustes nesta quarta. O índice Ibovespa, da B3, fechou aos 136.687 pontos, com queda de 0,89%. Ações de empresas ligadas ao consumo foram prejudicadas após a divulgação de que as vendas no varejo voltaram a cair em junho, acumulando três meses seguidos de retração.

Em relação ao dólar, a moeda caiu perante as divisas de economias avançadas, mas subiu no Brasil e em outros países da América Latina, impulsionada pela realização dos lucros, quando investidores aproveitam a baixa cotação para comprarem divisas, e pela queda do petróleo no mercado internacional.

O barril de petróleo do tipo Brent, usado nas negociações internacionais, caiu para US$ 65,63, o menor nível em dois meses. A desaceleração econômica nos Estados Unidos e novas ameaças do presidente Donald Trump a Vladimir Putin, caso não haja avanços nas negociações sobre a guerra na Ucrânia, pesaram para a queda da cotação, prejudicando países exportadores do produto, como o Brasil.

*com informações da Reuters

Compartilhar: f X W T

Comentários (0)

  • Seja o primeiro a comentar.