🗳️ Eleições 2026: acompanhe a apuração em tempo real Acompanhar →
Copel
Antonio Carlos Kakay Antonio Carlos Kakay Antonio Carlos Kakay Chef Ângelo Omar Chef Ângelo Omar Chef Ângelo Omar Cidinha Marcon Cidinha Marcon Cidinha Marcon Julia Maraschi Julia Maraschi Julia Maraschi Marcos Formighieri Marcos Formighieri Marcos Formighieri Oswaldo Eustáquio Oswaldo Eustáquio Oswaldo Eustáquio Roberto Veloso Roberto Veloso Roberto Veloso Sergio Ricardo Sergio Ricardo Sergio Ricardo

Companhias aéreas evitam espaço aéreo da Venezuela após alerta de Trump, e mapa de voos mostra “buraco” sobre o país

Mapa do Flightradar24 mostra ausência de voos sobre a Venezuela após alerta de Donald Trump e revogação de licenças de companhias aéreas pelo governo de Caracas

Redação · · 2 min de leitura
Fl
Fl — Crédito: Reprodução

Imagens do site Flightradar24, que monitora voos em tempo real, mostraram nesta segunda-feira (1º.dez.2025) uma ausência significativa de aeronaves no espaço aéreo da Venezuela. O fenômeno, visível como um “buraco” no mapa, ocorre após companhias aéreas passarem a evitar a região diante do aumento das tensões diplomáticas entre Estados Unidos e Venezuela.

A mudança no tráfego aéreo foi motivada por uma declaração do presidente norte-americano, Donald Trump (Partido Republicano), que no sábado (29.nov) recomendou que empresas tratem o espaço aéreo venezuelano como “fechado”. A sinalização foi interpretada como um alerta de segurança, levando companhias internacionais a alterar rotas para evitar possíveis riscos.

O governo da Venezuela reagiu de forma contundente. Em nota, o Ministério das Relações Exteriores classificou a fala de Trump como uma “ameaça colonialista” e um ato “hostil, ilegal e arbitrário”. Para Caracas, a declaração representa tentativa de aplicar a jurisdição dos Estados Unidos de maneira extraterritorial, em violação ao direito internacional.

A crise se agravou dias antes, quando, na quarta-feira (26.nov), o governo venezuelano anunciou a revogação da licença de diversas companhias aéreas, incluindo Gol, Latam Colômbia, Iberia, TAP, Avianca e Turkish Airlines. Segundo o comunicado, as empresas teriam “se juntado às ações de terrorismo de Estado” promovidas pelos Estados Unidos ao cancelarem “unilateralmente” seus voos para o país.

Com a escalada das tensões, o tráfego aéreo internacional segue adotando rotas alternativas para evitar o espaço aéreo venezuelano, ampliando o isolamento do país e acentuando a instabilidade na relação entre Caracas e Washington.

Compartilhar: f X W T

Comentários (0)

  • Seja o primeiro a comentar.