🗳️ Eleições 2026: acompanhe a apuração em tempo real Acompanhar →
Gcast
Antonio Carlos Kakay Antonio Carlos Kakay Antonio Carlos Kakay Chef Ângelo Omar Chef Ângelo Omar Chef Ângelo Omar Cidinha Marcon Cidinha Marcon Cidinha Marcon Julia Maraschi Julia Maraschi Julia Maraschi Marcos Formighieri Marcos Formighieri Marcos Formighieri Oswaldo Eustáquio Oswaldo Eustáquio Oswaldo Eustáquio Roberto Veloso Roberto Veloso Roberto Veloso Sergio Ricardo Sergio Ricardo Sergio Ricardo

Policial que foi preso recebendo propina é casado com promotora de MS

O policial civil Augusto Torres Galvão Florindo, preso em flagrante em operação da Polícia Federal na última sexta-feira (28/11), é casado com Luciana Schenk, promotora

Redação · · 2 min de leitura
Polícia Federal
Polícia Federal — Crédito: Divulgação/PF

O policial civil Augusto Torres Galvão Florindo, preso em flagrante em operação da Polícia Federal na última sexta-feira (28/11), é casado com Luciana Schenk, promotora de Justiça do Mato Grosso do Sul que atuou até o ano passado no Grupo de Atuação Especial de Controle Externo da Atividade Policial (Gacep). A informação foi divulgada pelo site Midiamax e confirmada pela revista eletrônica Consultor Jurídico.

A PF informou que apreendeu R$ 160 mil no momento em que um ex-policial fazia o pagamento para Florindo. A diligência partiu de uma denúncia anônima de que uma mulher sacaria grande quantia para pagar propina a um policial.

 

VEJA NO GCAST

GAZETA ENTREVISTA | Eliane Alexandrino entrevista chefe do Procon, Lucas Fracaro

GERAÇÃO JOVEM #46 | Everaldo: A voz da juventude do agro

 

“Diante disso, a PF acompanhou a possível situação e verificou que, de fato, o saque em espécie ocorreu e, no momento da entrega do dinheiro ao policial, abordou os envolvidos”, afirmou a corporação em nota.

Os presos poderão responder pelos crimes de corrupção passiva, corrupção ativa e lavagem de dinheiro.

Em nota enviada à ConJur, o Ministério Público de Mato Grosso do Sul afirmou que não existe qualquer denúncia referente à atuação de Luciana Schenk como titular da 16ª Promotoria de Justiça de Campo Grande e que tampouco há procedimento administrativo instaurado. Segundo o MP-MS, a promotora permanece no exercício regular de suas funções.

O órgão destaca que ela esteve até 2024 à frente do Gacep, grupo que fiscaliza policiais, desempenhando suas atribuições com “responsabilidade e compromisso institucional”.

Da Conjur

 

Compartilhar: f X W T

Comentários (0)

  • Seja o primeiro a comentar.