🗳️ Eleições 2026: acompanhe a apuração em tempo real Acompanhar →
Copel
Antonio Carlos Kakay Antonio Carlos Kakay Antonio Carlos Kakay Chef Ângelo Omar Chef Ângelo Omar Chef Ângelo Omar Cidinha Marcon Cidinha Marcon Cidinha Marcon Julia Maraschi Julia Maraschi Julia Maraschi Marcos Formighieri Marcos Formighieri Marcos Formighieri Oswaldo Eustáquio Oswaldo Eustáquio Oswaldo Eustáquio Roberto Veloso Roberto Veloso Roberto Veloso Sergio Ricardo Sergio Ricardo Sergio Ricardo
marcos harter
marcos harter — Crédito: Reprodução Redes Sociais

CFM mantém punição ética contra o ex-BBB Marcos Harter

Conselho Federal de Medicina rejeitou recurso da defesa e confirmou penalidade aplicada regionalmente; profissional alega ser alvo de "perseguição pessoal"

Gabriel Porta · · 2 min de leitura

O médico Marcos Harter, que ganhou repercussão nacional após ser expulso do Big Brother Brasil por agressão contra uma participante do programa, voltou a se envolver em polêmica após decisão do Conselho Federal de Medicina (CFM).

O órgão decidiu manter uma punição ética aplicada ao profissional após analisar recurso apresentado pela defesa. A decisão foi publicada no Diário Oficial da União desta quinta-feira (21).

Com isso, foi confirmada a pena de “censura pública em publicação oficial”. Segundo o Conselho, Harter infringiu normas do Código de Ética Médica relacionadas à responsabilidade profissional, ao respeito à dignidade do paciente e à utilização de métodos diagnósticos e terapêuticos reconhecidos cientificamente.

A sanção já havia sido determinada anteriormente pelo Conselho Regional de Medicina de Mato Grosso (CRM-MT). O processo, porém, não detalha quais fatos específicos motivaram a condenação ética.

Após a divulgação da decisão, Marcos Harter publicou uma nota nas redes sociais afirmando que a penalidade se restringe à censura ética e não envolve suspensão do exercício da medicina nem cassação do registro profissional.

Na manifestação, o médico também questionou a condução do processo disciplinar e alegou ter sido alvo de “perseguição profissional e pessoal” por parte do relator responsável pelo caso na fase regional.

Segundo Harter, essa situação teria comprometido a imparcialidade do julgamento.

O ex-BBB afirmou ainda que a paciente responsável pela representação não compareceu aos atos processuais do conselho e não teria apresentado provas técnicas para sustentar as acusações feitas contra ele.

Ao final da nota, o médico declarou confiar nas instituições brasileiras e afirmou acreditar no direito ao contraditório e à ampla defesa.

Compartilhar: f X W T

Comentários (0)

  • Seja o primeiro a comentar.