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Palmeiras encosta no Flamengo em briga de ataques

Verdão goleou o Bragantino por 5 a 1 e segue firme na liderança com 61 pontos

Luciano Neves · · 2 min de leitura
Vitor Roque é o goleador do Verdão
Vitor Roque é o goleador do Verdão — Crédito: Cesar Greco

O Palmeiras vive um momento ofensivo avassalador no Brasileirão 2025. Desde a derrota para o Bahia, o time alviverde reencontrou o bom futebol, venceu todas e marcou 15 gols em apenas quatro jogos, média de 3,75, consolidando-se como um dos ataques mais letais do campeonato. Nesse período, o Verdão aplicou goleadas expressivas sobre o Bragantino (5 a 1) e o Juventude (4 a 1), além de vencer o São Paulo (3 a 2) e o Vasco (3 a 0). Com essa arrancada, o ataque do Palmeiras chegou a 51 gols no Brasileirão, encostando no Flamengo, líder do ranking ofensivo com 53.

Os principais artilheiros dessa fase são Flaco López e Vitor Roque, ambos com quatro gols, seguidos por Felipe Anderson e Bruno Fuchs, com dois cada. Raphael Veiga, Bruno Rodrigues e Ramón Sosa também contribuíram, balançando as redes uma vez cada.

Em excelente fase e com o ataque em alta, o Palmeiras se prepara para o confronto direto contra o Flamengo, vice-líder, no próximo domingo (19), no Maracanã — jogo que pode valer a liderança mais tranquila e confirmar o grande momento do time de Abel Ferreira.

 

Na Seleção?

O atacante Vitor Roque atravessa grande fase no Verdão. Ele fez dois na goleada sobre o Bragantino e chegou a 12 no Brasileirão, artilheiro do time na competição. Abel Ferreira, questionado se o camisa 9 merece chance na Seleção Brasileira, analisou a situação e minimizou a pressão pela convocação. “Menos é mais. Já disse que o Brasil é um país especial. Todos nós fazemos nosso trabalho, cada um em sua função. Eu na minha e vocês na de vocês. É um dos jovens que temos à nossa disposição, e se o treinador da seleção entender que deve levar, está tudo certo”, declarou. “Ele tem que continuar com este trabalho dele, trabalhar muito, fazer gols. É um jovem, que vem daquela fornada muito boa do Endrick, Estêvão, Luis Guilherme, Vitor Reis... Uma geração muito boa que tive sorte de poder lançá-los e ajudá-los a crescer e evoluir. É uma das hipóteses (ida de Vitor Roque à Seleção)”, admitiu.

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