🗳️ Eleições 2026: acompanhe a apuração em tempo real Acompanhar →
Copel
Antonio Carlos Kakay Antonio Carlos Kakay Antonio Carlos Kakay Chef Ângelo Omar Chef Ângelo Omar Chef Ângelo Omar Cidinha Marcon Cidinha Marcon Cidinha Marcon Julia Maraschi Julia Maraschi Julia Maraschi Marcos Formighieri Marcos Formighieri Marcos Formighieri Oswaldo Eustáquio Oswaldo Eustáquio Oswaldo Eustáquio Roberto Veloso Roberto Veloso Roberto Veloso Sergio Ricardo Sergio Ricardo Sergio Ricardo
Esportes › Futebol

Brasil leva virada da Turquia e fica com o vice da Liga das Nações Feminina pela quinta vez

Seleção brasileira abre vantagem na decisão, mas sofre reação das turcas, perde por 3 sets a 1 e amplia jejum de títulos intercontinentais, que já dura desde 2017

Gabriel Porta · · 4 min de leitura
volei brasil
volei brasil — Crédito: FIVB / Reprodução

🎧 Ouça esta matéria — narrado por IA

O Brasil voltou a bater na trave na busca pelo título inédito da Liga das Nações Feminina de Vôlei (VNL). Neste domingo (26), a seleção brasileira foi derrotada pela Turquia por 3 sets a 1, de virada, na grande final da competição. As parciais foram de 23/25, 25/23, 26/24 e 25/21 para as europeias.

Com atuação dominante da oposta Melissa Vargas, autora de 33 pontos, a Turquia conquistou o bicampeonato da VNL, repetindo o feito alcançado em 2023. Já a equipe comandada por José Roberto Guimarães ficou com a medalha de prata pela quinta vez e aumentou o jejum de títulos intercontinentais, que já dura desde a conquista do Grand Prix de 2017.

Brasil começa melhor e sai na frente

A decisão começou equilibrada, mas o Brasil mostrou força principalmente no bloqueio e conseguiu abrir vantagem logo nos primeiros pontos.

Mesmo com a reação turca durante a parcial, a seleção brasileira manteve o bom volume de jogo, alternou bem as opções ofensivas e conseguiu controlar a pressão adversária na reta final.

A definição do primeiro set veio pelas mãos de Kisy, que fechou a parcial em 25 a 23 e colocou o Brasil em vantagem na decisão.

Turquia cresce e vira o jogo

A partir do segundo set, o panorama da partida mudou.

A recepção e o bloqueio brasileiros perderam eficiência, enquanto a Turquia passou a dominar a rede. Melissa Vargas assumiu o protagonismo ofensivo da equipe europeia e comandou a reação.

Com maior consistência nos ataques e aproveitando erros do Brasil, as turcas venceram o segundo set por 25 a 23, igualando o confronto.

O terceiro set foi o mais equilibrado da final. A Turquia abriu vantagem, mas o Brasil reagiu com uma boa sequência de saques de Luzia e voltou a equilibrar a disputa.

As equipes trocaram pontos até os momentos decisivos, mas novamente a seleção europeia foi mais eficiente e fechou a parcial por 26 a 24, ficando a um set do título.

Reação brasileira para em Vargas

Precisando vencer para levar a decisão ao tie-break, o Brasil começou mal o quarto set e viu a Turquia abrir vantagem de 9 a 3.

Mesmo diante do cenário adverso, a equipe de José Roberto Guimarães mostrou poder de reação. Com Ana Cristina e Rosamaria em destaque, conseguiu virar o placar para 19 a 18 e voltou a sonhar com a igualdade.

No entanto, Melissa Vargas voltou a decidir nos momentos mais importantes. A oposta liderou a reta final da parcial e conduziu a Turquia à vitória por 25 a 21, confirmando o bicampeonato da Liga das Nações.

Vargas brilha e leva prêmio de MVP

Grande nome da decisão, Melissa Vargas terminou a partida com 33 pontos e foi a maior pontuadora da final.

O desempenho coroou a excelente campanha da atleta, que também foi eleita a Jogadora Mais Valiosa (MVP) da edição de 2026 da Liga das Nações.

Pelo lado brasileiro, Ana Cristina foi o principal destaque, com 25 pontos, sendo 20 de ataque. Rosamaria contribuiu com 19 pontos, Julia Bergmann anotou 15, enquanto Luzia terminou a decisão com 11.

Brasil amplia sequência de vice-campeonatos

A derrota representa mais uma frustração para a seleção brasileira na Liga das Nações.

Esta foi a quinta vez que o Brasil chegou à decisão da competição e terminou com a medalha de prata. As outras finais perdidas aconteceram em 2019, contra os Estados Unidos; em 2021, novamente diante das norte-americanas; em 2022 e 2025, para a Itália.

Agora, em 2026, a Turquia se tornou mais uma seleção a impedir a conquista inédita da equipe brasileira.

Próximo desafio

Após a campanha na Liga das Nações, a seleção brasileira volta suas atenções para o Campeonato Sul-Americano, marcado para setembro, no Maracanãzinho, no Rio de Janeiro.

Além da disputa pelo título continental, o torneio será decisivo por oferecer vaga para os Jogos Olímpicos às equipes campeãs.

Compartilhar: f X W T

Comentários (0)

  • Seja o primeiro a comentar.