🗳️ Eleições 2026: acompanhe a apuração em tempo real Acompanhar →
Gcast
Antonio Carlos Kakay Antonio Carlos Kakay Antonio Carlos Kakay Chef Ângelo Omar Chef Ângelo Omar Chef Ângelo Omar Cidinha Marcon Cidinha Marcon Cidinha Marcon Julia Maraschi Julia Maraschi Julia Maraschi Marcos Formighieri Marcos Formighieri Marcos Formighieri Oswaldo Eustáquio Oswaldo Eustáquio Oswaldo Eustáquio Roberto Veloso Roberto Veloso Roberto Veloso Sergio Ricardo Sergio Ricardo Sergio Ricardo

A solução para a Seleção é um papa brasileiro?

Durante o papado de Francisco, a Argentina chegou em duas finais da Copa do Mundo e faturou o tri

Luciano Neves · · 4 min de leitura
O Papa Francisco era argentino
O Papa Francisco era argentino — Crédito: Divulgação

O mundo se despediu do Papa Francisco. Isso significa que agora, a Igreja Católica terá um novo líder máximo, pois será escolhido um novo pontífice para ocupar o trono de São Paulo. Algumas dúvidas já surgem: qual será a nacionalidade do novo papa? Ele terá o mesmo carisma de Francisco? O novo papa terá o apreço pelos esportes, sobretudo o futebol, como teve Francisco? O argentino Jorge Mario Bergoglio, o Francisco, foi o 266º papa da Igreja Católica. E era torcedor fanático do San Lorenzo de Almagro. O fato rendeu mais uma reportagem especial sobre o maior evento do futebol mundial. Em 2026, tem Copa do Mundo mais uma vez e a próxima edição será a maior da história, com a presença de 48 seleções. A Argentina, do Papa Francisco, já garantiu a presença no Mundial de maneira antecipada. E irá buscar o tricampeonato.

A torcida, com o bônus das inúeras bênçãos, de Francisco causou uma transformação no futebol argentino no quesito resultados. A começar pelo clube do coração do Papa. Jorge Mario Bergoglio foi eleito papa em 2013. No ano seguinte, o San Lorenzo foi campeão da Libertadores da América pela primeira vez. Na ocasião, a Argentina já vivenciava uma pequena escassez de conquistas na principal competição de clubes do continente. O Brasil havia iniciado um período de supremacia com quatro títulos seguidos entre 2010 e 2013. Internacional, Santos, Corinthians e Atlético-MG foram campeões continentais neste período, respectivamente. Antes disso, o argentino Estudiantes havia faturado a América em 2009. E o San Lorenzo, do Papa Francisco, quebrou a sequência de conquistas brasileiras. Se bem que, durante o papado de Francisco, a Argentina teve apenas três títulos da Libertadores. O primeiro com o San Lorenzo, em 2014, e outras duas conquistas com o River Plate, em 2015 e 2018. Esta última teve uma final entre clubes argentinos, inclusive, a única da história da Libertadores.

 

Seleção

As bênçãos do Papa Francisco fizeram toda a diferença na seleção da Argentina. Quando o pontífice havia completado o seu primeiro ano de pontificado viu a albiceleste chegar novamente numa final de Copa do Mundo. Foi no Mundial do Brasil, em 2014. A Argentina não figurava numa decisão da Copa desde 1990, quando foi vice-campeã na Itália. Inclusive, o fato curioso é que a final de 2014 foi a quarta da história entre Alemanha e Argentina. Na ocasião, a Igreja Católica tinha dois papas: o argentino Francisco e o alemão Bento XVI. Joseph Aloisius Ratzinger havia renunciado ao papado um ano antes e abriu caminho para Bergoglio. Inclusive, o filme Dois Papas (Netflix), estrelado por Jonhan Pryce (Francisco) e Anthony Hopkins (Bento XVI), mostra os dois líderes máximos da Igreja Católica assistindo a final da Copa juntos. E deu Alemanha: vitória por 1 a 0.

No entanto, durante o papado de Francisco, a Argentina vivenciou duas finais da Copa do Mundo. Oito anos depois, no Catar, a Argentina, liderada por Messi, chegou ao tricampeonato. O camisa 10, com precisão matemática, foi abençoado pelo Papa. Além disso, a Argentina se tornou a grande potência do futebol mundial, já que acabou com o longo jejum de conquistas e vencendo a Copa América três vezes.

O sucesso da Argentina durante o pontificado de Francisco nos faz pensar se a solução para a Seleção Brasileira, que nem treinador tem no momento, seria a eleição de um papa brasileiro. Se não for, pelo menos que o novo papa tenha um carinho pela camisa verde amarela. A esperança é que o novo pontífice ofereça um pouco do seu modelo de devoção para a corrupta Confederação Brasileira de Futebol (CBF), grande responsável pela decadência da nossa Seleção.

Compartilhar: f X W T

Comentários (0)

  • Seja o primeiro a comentar.