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Mulher morre após comer planta tóxica confundida com couve em Patrocínio (MG)

Outras três pessoas também passaram mal após o consumo; Polícia Civil investiga o caso como possível envenenamento acidental

Redação · · 2 min de leitura
Fumo bravo, falsa couve
Fumo bravo, falsa couve — Crédito: Divulgação/Bombeiros

Uma mulher de 37 anos, identificada como Claviana Nunes, morreu na noite desta segunda-feira (13) na Santa Casa de Misericórdia de Patrocínio, no Alto Paranaíba (MG), após ingerir uma planta venenosa conhecida como “fumo bravo”, semelhante à folha de couve.

Claviana estava internada desde o dia 8 de outubro, quando passou mal horas depois de consumir a planta. Segundo o Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais (CBMMG), ela foi socorrida já em parada cardiorrespiratória e deu entrada no hospital em estado grave. O boletim médico de domingo (12) já indicava lesão cerebral e possíveis sequelas irreversíveis.

A Secretária Municipal de Saúde, Luciana Rocha, confirmou a morte em nota: “A paciente permaneceu internada em estado grave, com quadro de instabilidade hemodinâmica, e, apesar de todos os esforços da equipe médica, veio a óbito às 18h20 desta segunda (13/10)”.

Além de Claviana, outras três pessoas também consumiram a planta e foram hospitalizadas. Um homem de 60 anos permanece na UTI, intubado e sob ventilação mecânica. Outro paciente, de 64 anos, está consciente, mas confuso, e o quarto envolvido, de 67 anos, apresentou sintomas leves e já recebeu alta.

A Secretaria de Saúde informou que amostras de alimentos e materiais biológicos foram enviadas para análise laboratorial a fim de identificar o agente tóxico. “O município reforça que todas as medidas preventivas e de investigação continuam em andamento”, destacou o órgão.

A Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) instaurou um inquérito para apurar as circunstâncias do caso. As primeiras apurações apontam para um envenenamento acidental, ocorrido durante o preparo do almoço, quando o “fumo bravo” teria sido confundido com couve.

 
 
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